quarta-feira, 30 de março de 2011

DINHEIRO, SENHOR DINHEIRO

Facilita os sentidos com solícitudes e tolerância ou aumenta a arrogância e nada mais.



Aproxima a familia ou os coloca numa ilha,
 os amigos os filhos os vizinhos e os animais.





Quanto Custa?




Têr ou não, tudo e todos tão próximos (de corpo presente),
 com um bolo de aniversário na data certa,
 um churrasco para os amigos com sobras,
 um carro, uma viagem,
 a universidade para quem quer estudar 
um presente para o sobrinho (ou madrinha) 
e um outro só pelo gosto de dar.





Quanto Custa?



Uma conversa com gente afável,
 uma resposta direta.





Quanto Custa?
 


Visitar á avó por amor, saudade de verdade e defendê-la sem esquecer de sua idade e sempre lembrar que um dia terás 70…

Alegrar com mimos os amores, 
afroxa-los dentro de sapatos novos,
 deixar-los com dentes brancos sorridentes, e não somente 
deixando dez envelopes.
 



Quanto Custa?




Sossegar um pai, o avô e elegantemente viver a vida com princípios éticos (os religiosos nem contam, pois quem comunga, sabe sobre os dez mandamentos e seguem a risca a conduta da igreja e não a social).


Quanto Custa?




A pele boa, a carne dura, a testa lisa,
 o tesão, a reposição e a motivação.
 



Quanto Custa?
 
 


Morrer no morada da paz
 com flôres de primeira, na primavera,
 missa com cânticos e violinos,
com lágrimas e tudo mais.
 



Quanto Custa?




A cultura, a dissolução das diferenças e de côr,
 voar num aviãozinho e lá poder estar,
 prá ver teatro, museus e festas.





Quanto Custa?




Fazer os caminhos Santos,
 visitar templos e meditar,
 sêr vegetariano, yogue ou vegan
, falar BEM, escrever melhor ainda , comer bem e pensar no bem, 
e por fim silênciar.

Grande Caetano Veloso:

Não me amarra dinheiro não

Mas elegância!